(Source : societyofidiots, via i-ncredible)



(via i-ncredible)


Anonyme a demandé: Ameei seus textos *-*

oun’ muuuuito obrigadoo (:


canyoulove:

Não é só porque é diferente que deixa de ser bonito. (canyoulove)

canyoulove:

Não é só porque é diferente que deixa de ser bonito. (canyoulove)

(via cvtextos-deactivated20120204)



Dia 27 de Novembro de 2010 - “Então pequena, não sei nem como começar, foi tudo tão rápido. Me lembro de tudo com detalhes. Estava você sentada num banco, lendo Querido John, num dos primeiros capítulos. E eu voltando da padaria para casa. Me encantei com sua beleza, nunca tinha visto menina igual. Você parecia triste, tímida, foi então que me aproximei. Perguntei se havia algo errado, e você me contou como se fosse um amigo intimo. Você chorava, me doia ver cada lágrima sair de seu olho cor de mel. Tentei acalmá-la, e bem consegui. Sempre nos encontrávamos na escola, e pela cidade mesmo. A cada vez que passava por você, sentia-me feliz, com um conforto no peito. Desconfiava que aquilo era amor. Foi então que me toquei, me apaixonara por você pequena desde aquele primeiro dia que te vi.” (…)
10 de Novembro de 2011 - “Hoje completa um ano que te encontrei naquele velho banco, que te conheci, e me apaixonei perdidamente por ti. E confesso que me apaixono por cada detalhe seu, dia após dia. E quem dera se ainda fosses minha, pequena. Nos tornamos melhores amigos, namoramos por contados 5 meses e depois… Ah, você me trocou. Me trocou por outro. O seu olhar não é mais o mesmo. Eu sei que você chora todas as noites por causa desse garoto. Seu olhar voltou a ser um misterioso vazio. Seu sorriso agora é mais forjado como antes. Eu te fazia feliz. Ele só te destrói, pouco a pouco. Cada detalhe seu, já não é mais o mesmo. Você se perdeu pequena. Eu quero ajudá-la a se encontrar novamente. Mas agora, parece ser tarde demais. Eu e você, viramos nós e agora… Nos tornamos desconhecidos.”
1 de Dezembro - “Eis hoje o último dia que escrevo pra ti pequena. Comprei ontem tua aliança que tanto queria, e lhe deixo junto a este diário, que escrevi desde um tempo depois que nos conhecemos. Espero que tenha lido inteiro, e que saiba que o sentimento que tenho por ti não morrerá, ficará aqui nestas folhas que passei a noite escrevendo. Escrevo o último ‘episódio’ de minha vida ao teu lado, com uma arma em minhas mãos. Ah pequena, estou fazendo isso para não interferir mais em tua vida. Espero que me entenda e que use essa aliança até o último dia de sua vida maravilhosa. E com essas palavras lhe digo adeus, até a próxima vida.” (m-elancolias) and (in-s3nsivel)

Dia 27 de Novembro de 2010 - “Então pequena, não sei nem como começar, foi tudo tão rápido. Me lembro de tudo com detalhes. Estava você sentada num banco, lendo Querido John, num dos primeiros capítulos. E eu voltando da padaria para casa. Me encantei com sua beleza, nunca tinha visto menina igual. Você parecia triste, tímida, foi então que me aproximei. Perguntei se havia algo errado, e você me contou como se fosse um amigo intimo. Você chorava, me doia ver cada lágrima sair de seu olho cor de mel. Tentei acalmá-la, e bem consegui. Sempre nos encontrávamos na escola, e pela cidade mesmo. A cada vez que passava por você, sentia-me feliz, com um conforto no peito. Desconfiava que aquilo era amor. Foi então que me toquei, me apaixonara por você pequena desde aquele primeiro dia que te vi.” (…)

10 de Novembro de 2011 - “Hoje completa um ano que te encontrei naquele velho banco, que te conheci, e me apaixonei perdidamente por ti. E confesso que me apaixono por cada detalhe seu, dia após dia. E quem dera se ainda fosses minha, pequena. Nos tornamos melhores amigos, namoramos por contados 5 meses e depois… Ah, você me trocou. Me trocou por outro. O seu olhar não é mais o mesmo. Eu sei que você chora todas as noites por causa desse garoto. Seu olhar voltou a ser um misterioso vazio. Seu sorriso agora é mais forjado como antes. Eu te fazia feliz. Ele só te destrói, pouco a pouco. Cada detalhe seu, já não é mais o mesmo. Você se perdeu pequena. Eu quero ajudá-la a se encontrar novamente. Mas agora, parece ser tarde demais. Eu e você, viramos nós e agora… Nos tornamos desconhecidos.”

1 de Dezembro - “Eis hoje o último dia que escrevo pra ti pequena. Comprei ontem tua aliança que tanto queria, e lhe deixo junto a este diário, que escrevi desde um tempo depois que nos conhecemos. Espero que tenha lido inteiro, e que saiba que o sentimento que tenho por ti não morrerá, ficará aqui nestas folhas que passei a noite escrevendo. Escrevo o último ‘episódio’ de minha vida ao teu lado, com uma arma em minhas mãos. Ah pequena, estou fazendo isso para não interferir mais em tua vida. Espero que me entenda e que use essa aliança até o último dia de sua vida maravilhosa. E com essas palavras lhe digo adeus, até a próxima vida.” (m-elancolias) and (in-s3nsivel)

(via cvtextos-deactivated20120204)


(via anjoperfeito)



(Source : skurgs, via sociedaderetardada)


(Source : camillasthoughts, via sociedaderetardada)


(via 4ever-and-aways)


aperfectlygoodheartjd13:

Conto de fadas do séc. XXI
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:- Você quer casar comigo? Ele respondeu:- NÃO! E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu  muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia,  comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom  humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que  estava com vontade e ninguém mandava nela. O rapaz ficou barrigudo,  careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não  se constrói nada sem uma MULHER. (Luís Fernando Veríssimo)

aperfectlygoodheartjd13:

Conto de fadas do séc. XXI

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela. O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.

(Luís Fernando Veríssimo)

(Source : 4ever-and-aways)